Conhecida como a diva do Freestyle nacional, Dz Mc?s, Deize Lorreto, 18 anos, é a cantora responsável por escrever um novo capítulo na história da música brasileira. Nascida em Duque de Caxias, Baixada Fluminense do Rio de Janeiro, Dz descobriu sua voz ainda pequena, cantando hinos da igreja que freqüentava com sua mãe e em brincadeiras de criança. Apesar da infância muito difícil, aprendeu de pequena a fazer das dificuldades o combustível de sua carreira. Com 14 anos já fazia a suas próprias composições. A grande chance aconteceu quando foi chamada para gravar a sua 1º musica e também sua 1ª composição, obtendo grande destaque no cenário Underground do Freestyle. Daí surgiu à idéia de criar um estilo próprio que se chamaria ?FUNK CLASS?, que tem sua influencia vindo do próprio Freestyle, Miami Bass, Funk Carioca, Hip Hop e da Mpb. Tornando-se a primeira cantora brasileira de FUNK CLASS. Em 2008, lançou o seu 1º Cd com o titulo ?EU NÃO QUERO SER?, também musica de trabalho, que ultrapassou fronteira e despertou interesse da Europa e índia por seu estilo FUNK CLASS. Dz fez sua primeira viagem internacional, rumo a Porto de Gaia, Portugal. Ainda em 2008, ela encontrou tempo para compor varias musicas para seu novo Cd que se intitula ?EU SOUL FUNK CLASS?, que também conta com varias regravações dos grandes medalhões da MPB, entre ela se destaca a canção de Lulu Santos ?TEMPOS MODERNOS? ?. DZ, por conta de seu enorme talento, obteve elogios e alcançou o reconhecimento de todos. Não obstante, em razão de seu crescente sucesso, Dz esta com turnê macada em 2009 para vários paizes, elevando o FUNK CLASS a um novo patamar?. Agora em 2009 Dz Mc?s se prepara para mais desafios, o de estabelecer sua empresa MADE IN RIO PRODUÇÔES, fazer shows por todo o Brasil e fora também, e gravar seu próximo CD que mostrará toda a evolução dessa cantora que é nosso orgulho nacional, como seu estilo proprio e único FUNK CLASS... Dz Mc?s se sente compromissada com o público funk que a acolheu no começo da carreira por isso, não deixam de incluir faixas no gênero em seus Cd?s. "Esse público amadureceu, mas gosta de lembrar o que curtia na adolescência", explica a DZ. Ela só não concorda muito é com os rumos que o funk andou tomando ultimamente, "Se caiu na graça do povo, é porque é bom", começa, diplomática. "Mas acho que [a Vulgaridade] está... muito persistente. Você liga o rádio nos programas de funk não ouve mais as músicas internacionais, de Stevie b, Tony Garcia e Trinere, ou as de William e Duda, Cidinho e Doca, Claudinho e Buchecha. É só bunda e musicas que falam de crime... Parece que é tudo a mesma música. Não tem conteúdo, não tem nem como dar uma explicação sobre as músicas. Se entrevistarem o autor ele vai dizer o quê?",Longe vão os tempos em que o funk carioca trazia letras divertidas ou que espelhassem a realidade dos moradores das periferias e/ou favelas. O século 21 trouxe para o gênero a disseminação da vulgaridade. As tchutchucas transformaram-se em preparadas, popozudas e congêneres. E os versos dos funks passaram a abordar abertamente sexo e escracho. Não estou falando aqui dos chamados 'proibidões', aqueles que apregoam a violência e fazem apologia do consumo de drogas. Divaga. Mas a situação pode melhorar: "A música brasileira é muito rica, o brasileiro tem imaginação. O ritmo ajuda, mas quando tem uma letra que o cara pode estudar, ela prende ainda mais a atenção. Por isso tento fazer das minhas letras o que vem ao coração e uma auto ajuda para os momentos...
Mister Catra levando o Funk para o Mundo
MAG ENTRETENIMENTOS CONFIRA
LILI ABSURDA
MAG ARO 16 (CLAUDIA LEITE)
GERMANO COSTA DJ
MC DIA FELIZ EDIÇÃO 2010 -
ROBERT E AS TENTAÇÕES
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